Pré-candidato ao Senado pelo Podemos esteve na Ilha Canela Beach, em Palmas, com o empresário Ruy Adriano, em agenda voltada ao turismo, inovação e sustentabilidade
O pré-candidato ao Senado pelo Tocantins, Vanderlei Luxemburgo (Podemos), defendeu que o turismo deve ocupar posição estratégica na agenda de desenvolvimento do Estado, com planejamento, segurança para investimentos e maior articulação entre poder público e iniciativa privada.
A declaração foi feita no último sábado, 6 de junho, durante agenda na Ilha Canela Beach, no lago de Palmas. Luxemburgo foi recebido pelo empresário Ruy Adriano, proprietário do espaço e nome atuante no meio empresarial e social da capital.
Na ocasião, Ruy apresentou a estrutura da ilha e conversou com Luxemburgo sobre projetos voltados à inovação, hotelaria, resorts e desenvolvimento sustentável. “Turismo movimenta uma cadeia econômica inteira. Quando existe planejamento, o investimento chega, o serviço melhora, o visitante permanece mais tempo e o estado ganha projeção. O Tocantins já apareceu no mapa nacional. Agora precisa transformar essa visibilidade em resultado para a população”, afirmou Luxemburgo.
O posicionamento ocorre em um momento de maior projeção do Tocantins no setor. Palmas e Jalapão foram incluídos na lista dos 50 lugares para viajar no Brasil em 2026, no estudo IVT, Índice de Viagem e Turismo, do Brasil em Mapas. O levantamento considera fluxo turístico, conectividade, visibilidade internacional e avaliações de viajantes.
Para Luxemburgo, o reconhecimento nacional reforça a necessidade de tratar o turismo como política econômica de longo prazo, com infraestrutura, qualificação dos serviços, promoção dos destinos e atração de novos investimentos. “O Tocantins não pode ficar apenas contemplando seu potencial. O estado precisa converter seus atrativos em desenvolvimento organizado. Isso passa por bons projetos, ambiente favorável ao investidor e representação política com força para buscar recursos e abrir caminhos em Brasília”, destacou.
O turismo tocantinense está na vitrine do radar nacional. Para avançar, a pauta precisa ganhar escala, continuidade e capacidade de competir com outros destinos do país, seja em atrativos turísticos e comerciais ou em logística de voos com menos escalas e tempo de espera.


